Mulher é presa suspeita de participar da morte de homem que sumiu após encontro marcado por rede social
Mulher suspeita de homicídio é presa em Suzano Uma mulher foi presa suspeita de envolvimento no assassinato de Rodrigo José Montagnini da Silva, morador de S...
Mulher suspeita de homicídio é presa em Suzano Uma mulher foi presa suspeita de envolvimento no assassinato de Rodrigo José Montagnini da Silva, morador de Suzano, na Grande São Paulo, que está desaparecido desde dezembro de 2025. Taíssa Oliveira Silva foi detida nesta quarta-feira (1°) após ser flagrada por câmeras de segurança usando o cartão de crédito da vítima em adegas, dias depois do desaparecimento. Segundo o delegado Rubens José Angelo, responsável pelo caso, a investigação concluiu que Rodrigo foi vítima de um homicídio. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Ele desapareceu cinco dias antes do Natal, depois de sair para um encontro com Cleison Soares da Silva Nascimento, um suposto namorado que conheceu em uma rede social. O g1 tenta localizar a defesa do suspeito. O Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes rastreou o carro de Rodrigo passando por um pedágio em São Bernardo do Campo. O último registro de sua presença foi no bairro Emburá, na Zona Sul de São Paulo. A polícia aponta que Cleison atraiu Rodrigo para o local, o matou e jogou o corpo em um rio ou na Lagoa Evangelista, uma área de mata fechada. O veículo da vítima foi encontrado abandonado no bairro Pedreira, também na Zona Sul, próximo de onde o suspeito esteve. A Justiça decretou a prisão temporária dos dois suspeitos. Taíssa foi presa, mas Cleison ainda é considerado foragido. O delegado informou que as investigações continuam para localizar o suspeito e encontrar o corpo de Rodrigo. O que diz a defesa de Taíssa A defesa de Taíssa Oliveira Silva afirmou que ela é inocente das acusações e que não há provas que a liguem ao crime investigado. Segundo o advogado Wisley Oliveira Bernardino, a suspeita teria usado o cartão da vítima após recebê-lo de um terceiro, sem saber da possível origem ilícita. A defesa sustenta ainda que não existem indícios de participação dela em crime violento ou de vínculo com a vítima. O advogado também informou que já adotou medidas judiciais para contestar a prisão, que considera desproporcional, e disse confiar que a Justiça reconhecerá a ausência de elementos para manter a medida. Setor de homicídios de Mogi das Cruzes é responsável pelo caso Reprodução / Google Maps Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê